Os vídeos que essas cenas alimentam
A animação com as cenas do Urban já foi entregue. O que entra em produção agora são os filmes do bairro — e é para eles que o shotlist existe.
Filme do bairro
Vende o Tirol antes de vender o apartamento. Locações, cotidiano, estilo de vida, símbolos da cidade que por acaso ficam dentro do bairro. É a peça que recebe o maior investimento de produção — e a que consome quase todo o shotlist abaixo.
A gente parte pra vender o bairro. O máximo que você puder agregar, agrega valor: seja história, seja o histórico do local.Reunião 18.08
Filme do produto
Apartamento, planta, perfil de quem compra. Fecha o que o filme do bairro abriu. Depende das imagens finais do empreendimento, que por sua vez dependem do item que voltou para a Cintia refazer.
Shotlist do Tirol
Os locais levantados pelos sócios. O pedido do Léo foi explícito: mapear antes para não errar o alvo como aconteceu na vez do Marista. Quem mora e trabalha no bairro escolheu — a produção executa e sugere o que faltar.
As pílulas
Curtos conceituais que mostram a dor de morar longe do que importa. Saem da mesma captação do filme do bairro.
A regra da sequência
Pílula não sai solta. Só faz sentido dentro de uma série que fecha o ciclo — e a série só existe amarrada ao filme grande, seja ele saindo antes ou depois. O do trânsito já foi ao ar sozinho e se perdeu, porque não tinha os outros ao redor dele.
Só faz lógica se for a sequência. Não vale solta aleatória. A gente soltou aquele do trânsito, ele perdeu. Só faz sentido quando você fecha o ciclo.Pablo · 18.08
Ritmo pretendido: duas por semana, intercaladas com os conteúdos de mercado.
As situações mapeadas
- O trânsito — já produzido. Recolocar dentro da série, não republicar solto.
- Não chegar a tempo na escola do filho — a corrida contra o relógio que o bairro resolve.
- Não conseguir almoçar junto — a distância comendo o meio do dia.
- O casal no café — take fixo da mesa, o carro passando no fundo, os dois sem pressa. É o contraponto: o tempo que sobra quando não se atravessa a cidade.
Direção de imagem
Como isso tem que parecer, e o que não pode aparecer pela fase jurídica do empreendimento.
Ritmo e montagem
- Corte lento. Nada de montagem frenética — a cena é tranquila e a música acompanha.
- Continuidade entre planos: um corte puxa o outro, conta uma historinha. Não é girar a câmera e sair.
- Imagem cinematográfica, não registro de fachada.
- Ângulos que reapresentam o que já é conhecido — de baixo, do alto, pelo detalhe.
- Captar em horários diferentes: manhã, fim de tarde e noite. É o que dá leitura de sequência entre as peças.
O que não entra em peça pública do Urban
O empreendimento está em fase anterior ao Registro de Incorporação. Nenhuma peça pode se caracterizar como ação de venda.
Fora: preço, tabela, valor de parcela, condição de pagamento com número. Fora as palavras lançamento, luxo, exclusivo, oportunidade. Fora projeção de retorno ou percentual de valorização sem fonte carimbada e liberada.
CTA sempre leve, no sentido de conversa com corretor parceiro. Nunca imperativo de compra.
Assinatura na forma exata: “o endereço que devolve o tempo”. Com o artigo, sempre.
Marca BML — briefing para o design
Tudo que existe hoje sobre o BML, reunido para que o design construa a marca e entregue vetorizada a tempo do evento. Não há manual, não há render, não há conceito escrito — o que existe está aqui.
O que é o BML
- Segundo empreendimento da Paralelo entrando na comunicação, ao lado do Urban Tirol.
- Terreno no Rio Center — o mesmo lugar onde acontece o evento de 12 de setembro. Quem estiver lá está pisando no terreno.
- Fase inicial. Não tem imagem final: a torre está sendo modelada internamente e a renderização leva cerca de 30 dias.
- BML é sigla de Business, Mall and Living. Não é nome de fantasia — é o programa do prédio dito em três letras.
A construção pedida
Marca principal BML, com URBAN abaixo como marca da família. O BML é o empreendimento; o Urban é o sistema que ele integra.
A regra que define o desenho
São três letras para três usos: Business, Mall and Living. Escritório, comércio e moradia empilhados no mesmo endereço. A marca não é um monograma decorativo — cada letra responde por um andar da vida do prédio, e o desenho deve deixar isso legível.
- As três letras têm o mesmo peso. Nenhum uso é subordinado aos outros — não destacar uma letra em detrimento das demais.
- O uso misto é a diferença do produto. Se o desenho puder ser confundido com o de um prédio residencial comum, ele não está fazendo o trabalho.
- A verticalidade da sigla conversa com a verticalidade do programa: quem trabalha embaixo, compra no meio e mora em cima. Vale explorar o empilhamento como recurso, sem obrigação.
Sistema visual de referência
Vogue Sans é a primária do Urban, proprietária. Para construção aberta, Tenor Sans segura a mesma geometria e o mesmo peso fino. Corpo e apoio em Aeonik Pro, com DM Sans como equivalente.
Cinza #B5B5B7 como base e estrutura. Vermelho #FF0000 como acento, com economia — nunca mais que 10 a 15% da composição. Marrom #80512A como calor, referência às ripas de madeira da fachada. Preto institucional #1F1F1F para fundo escuro.
Ripas de madeira sobre concreto aparente. Geometria urbana com calor tropical. Não é frio, não é industrial, não é minimalista genérico.
Entregáveis
Onde a marca vai aparecer
Totem estático ao lado do café, com a imagem 3D do prédio e a marca. É onde a pessoa fica parada esperando ser servida, e é ali que alguém do time puxa a conversa. A marca precisa funcionar sozinha, sem depender do render — se a imagem do prédio não ficar pronta a tempo, o totem ainda tem que se sustentar.
A fazer
Definido na reunião, fora do escopo desta captação. Fica registrado para não se perder.
Gravação com a Kelly
Ela apresentando os locais, nos próprios locais — em horários e roupas diferentes, para criar sequência entre as peças. Inclui a cena do alto do Hermes com zoom nos pontos que ela cita. Não acontece nesta rodada.
Produção com modelos
Elenco representando a persona que os sócios da Paralelo querem alcançar — o casal jovem que o Juan está vendendo, a família que encolheu, quem cruza a cidade todo dia. Alimenta as pílulas e povoa as cenas de bairro já captadas. Definir perfis com os sócios antes de escalar.
Série “nosso processo” — institucional Paralelo
Formato vindo da referência que o Pablo mandou: a empresa abrindo o próprio processo ponto a ponto. Eixos levantados: engenharia (subsolos e sondagem do solo), produto (leitura de terreno, pavimentos, posicionamento) e comercial (contratação de financiamento). Não roteirizado.
Regravação do institucional do site
No escritório, com lente mais aberta, camisa preta da Paralelo. Regravação da peça que já está no ar, não material novo.